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::Perfil::


Sou Edimar Suely da cidade do Rio de Janeiro, Brasil.
Sou viúva, tenho 55 anos, um filho maravilhoso de 28 anos, chamado Alex e estou de bem com a vida. Sou recém-convertida, passei pelas águas há pouco mais de três anos e congrego pela denominação Congregacional.
Gosto: De Jesus, da Palavra, da oração, da minha família, de escrever (estou no momento, escrevendo mais dois livros - O que elas tinham que eu não tenho e Quero trabalhar, mas não tenho espaço),de postar mensagens em meu blog e visitar meus amigos virtuais, a maioria, mais chegados que irmãos.
Não Gosto: De "irmãos" que nada fazem e impedem que façamos; de "irmãos" maledicentes, que nos levam pra baixo com seus péssimos testemunhos; de "irmãos" que não levam Deus a sério; de idolatria; de "irmãos" que desconhecem o SIM e Não e de "irmãos" que tem o péssimo hábito de não devolver o que lhes é emprestado.

edi.suely@hotmail.com
edimarsuely@gmail.com
edi.suely@yahoo.com.br
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Créditos:
Lay: Sandra
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AINDA NÃO ACEITOU JESUS?

NENHUMA DESCULPA É ACEITÁVEL...
Quando procurar desculpas para Deus não usá-lo, lembre-se das seguintes pessoas:
1. NOÉ era bastante chegado à bebidas fortes;
2. ABRAÃO era muito velho;
3. ISAAC era um partidarista e até injusto;
4. JACÓ era mentiroso e inseguro;
5. LIA era feia, tinha defeito nos olhos;
6. JOSÉ foi escravo e assediado;
7. MOISÉS foi um assassino (como Davi e Paulo);
8. ESTER era órfã e prisioneira de guerra;
9. GIDEÃO era pobre e medroso;
10.SANSÃO era co-dependente e tinha cabelos muito grandes;
11.RAABE era prostituta;
12.DAVI era adúltero;
13.JEREMIAS e TIMÓTEO eram muito jovens;
14.ELIAS era depressivo - suicida;
15.ISAÍAS pregou nu;
16.JONAS fugiu de Deus;
17.NOEMI era viúva;
18.JÓ perdeu tudo;
19.JOÃO BATISTA comia gafanhotos;
20.JOÃO era muito introspectivo;
21.Os DISCÍPULOS dormiam, enquanto Jesus orava;
22.MARTA se preocupava demais com tudo;
23.FELIPE via dificuldades em tudo;
24.MARIA MADALENA era endemoniada;
25.O GAROTO com pães e peixes era um "notável" desconhecido;
26.A MULHER SAMARITANA teve muitos homens;
27.ZAQUEU era muito baixo;
28.PEDRO era impulsivo, temperamental e negou a Jesus 3 vezes;
29.MARCOS tinha desistido de tudo;
30.TIMÓTEO tinha úlcera no estômago;
31.TOMÉ tinha muitas dúvidas;
32.E LÁZARO - já havia morrido!!!

E agora, qual é a sua desculpa?
(desconheço a autoria)

 

 



Olá amigos(as). Foi uma grata surpresa receber tantas demonstrações de carinho no momento mais difícil da minha vida. É neste momento que vemos como as pessoas realmente são e quem é ou não amigo(a), de verdade. Rogo ao Senhor que abençoe a cada um(a) que  demonstrou seu carinho, e a quem orou por mim e por meu filho. Continuem orando, porque a luta parece não ter fim. Para completar, meu filho está além de desempregado, com pneumonia. Me ajudem a não desistir de Deus e clamem para que Ele não desista de mim. Em homenagem a vocês uma postagem sobre a amizade.

O BOM PERFUME CHAMADO AMIGO

"Assim como os perfumes alegram a vida, a amizade sincera dá ânimo
para viver. Não abandone o seu amigo nem o amigo do seu pai. Se você
estiver em dificuldades, não peça ajuda ao seu irmão. Vale mais um
vizinho perto do que um irmão longe”(Provérbios 27.9-10 BLH).

Você tem amigos? Como é o seu relacionamento com eles? Veja que a
Bíblia fala sobre eles serem importantes para a nossa vida e
vice-versa. Quem é o seu melhor amigo? Ligue para ele hoje, mande um
e-mail ou fale pessoalmente sobre como ele tem dado ânimo em seu dia a
dia.

Onde está o seu amigo? Lembre-se de que você não pode abandoná-lo.
Você jamais deve abandonar um amigo nem tão pouco deve deixar de pedir
sua ajuda.

Para que os amigos existem? Para ajudar e serem ajudados. É claro que
os amigos nos suportam, nos dão conselhos, emprestam algum dinheiro na
hora do sufoco(alguns dizem que emprestar dinheiro é sinônimo de
perder a amizade), estão disponíveis nas horas difíceis, etc.

Mas a Bíblia ainda nos diz que "sem conselhos os planos fracassam, mas
com muitos conselheiros há sucesso" (Provérbios 15.22). Este é o
conselho de um amigo: tenha amigos verdadeiros e seja um verdadeiro
amigo. Lembre-se também de Jesus o amigo fiel e leal que nunca nos
abandona! Louve a Deus nesta noite pelos amigos que abençoam a sua
vida!

Como ser um bom amigo?

a) Seja um(a) amigo(a) CONSTANTE. Em Provérbios, como também no
dia-a-dia, os amigos de tempos prósperos são muitos:

“O pobre é desprezado até pelo seu vizinho, mas o rico tem muitos
amigos”(Provérbios 14.20 BLH).

“Os ricos arranjam muitos amigos, mas o pobre não consegue nem
conservar os poucos que tem”(Provérbios 19.4 BLH).

“Todos procuram agradar as pessoas importantes; todos querem ser
amigos de quem dá presentes. Se o pobre é desprezado até pelos seus
próprios irmãos, não é de admirar que os seus amigos se afastem dele.
Ele se cansa de procurar os amigos, mas eles não se importam com
ele”(Provérbios 19.6-7 BLH).

Ou seja, quando estamos em uma boa situação todos querem ser nossos
amigos. E nós também temos esta tendência de querer fazer amizades que
nos dêem algum retorno. Isso não é correto.

A amizade se estabelece na base da troca e da doação. Nela podemos dar
e receber afeto e atenção:

“Algumas amizades não duram nada, mas um verdadeiro amigo é mais
chegado que um irmão”(Provérbios 18.24 BLH).

“O amigo ama sempre e na desgraça ele se torna um irmão”(Provérbios
17.17 BLH).

O bom amigo deve ser leal e assim fugir da tentação de construir
amizades pensando em levar vantagens pessoais.

b) Seja um(a) amigo(a) FRANCO(A). Em Provérbios, como também no
dia-a-dia, observa-se a necessidade de que a amizade seja estabelecida
na transparência:

“O amigo quer o nosso bem, mesmo quando nos fere; mas, quando um
inimigo o abraçar, tome cuidado!”(Provérbios 27.6 BLH).

“Quem bajula os seus amigos está armando uma armadilha para si
mesmo”(Provérbios 29.5 BLH).

É necessário que o amigo diga a verdade e não esconda nada de nós e
vice-versa. Esta não é uma atitude muito fácil de ser tomada, mas as
amizades não sobreviverão e nem serão benéficas sem esta confrontação
amorosa e verdadeira.

“Corrija uma pessoa, e no futuro ela apreciará isso mais do que se
você a tivesse elogiado”(Provérbios 28.23 BLH).

c) Seja um(a) amigo(a) CONSELHEIRO(A). Há dois aspectos que desejo
destacar que descrevem dois lados do conselho:

1) O efeito animador do companheirismo que revela como é bom tem
alguém que alegre a nossa vida e nos dê animo para viver e enfrentar
as lutas do dia-a-dia:

"Assim como os perfumes alegram a vida, a amizade sincera dá ânimo
para viver”(Provérbios 27.9 BLH).

2) A contenda sadia entre personalidades e pontos de vista diferentes
que nos ajuda a manter a cabeça no lugar e nos oferece oportunidade de
refletir:

“As pessoas aprendem umas com as outras, assim como o ferro afia o
próprio ferro”(Provérbios 27.17 BLH).

Uma amizade verdadeira deve ter ambos os elementos, o que consola e o
que estimula.

d) Seja um(a) amigo(a) SENSÍVEL. Tenha tato, respeito pelos
sentimentos alheios. Recuse-se a tirar vantagens da afeição do outro.
Observem algumas dicas de Provérbios que nos ajudam no dia-a-dia:

1) Querer ficar na casa do amigo o tempo todo ou querer que ele fique
em sua companhia toda hora.

“Não vá a toda hora à casa do vizinho, pois ele pode se cansar e
acabar ficando com raiva de você”(Provérbios 25.17 BLH).

2) Ser alegre demais na hora errada e quando esta atitude não é
desejada, ou é até cruel.

“Quando alguém acorda um amigo de manhã bem cedo com um grito de "bom
dia!", o seu cumprimento soa como uma maldição”(Provérbios 27.14 BLH).

“Cantar para quem está triste é como esfregar sal numa
ferida”(Provérbios 25.20b BLH).

3) Não saber quando a brincadeira está indo longe demais.

“Quem engana os outros e diz que é brincadeira é como um louco
brincando com uma arma mortal”(Provérbios 26.18-19 BLH).

SEGUNDA POSTAGEM

Pr. Ricardo Kropf S. Fermam: ENTENDENDO A UNÇÃO DE LENÇOS À LUZ DA BÍBLIA

"E Deus pelas mãos de Paulo fazia maravilhas extraordinárias. De sorte que até os lenços e aventais se levavam do seu corpo aos enfermos, e as enfermidades fugiam deles, e os espíritos malignos saíam." (Atos 19:11,12)

Ao longo dos anos, o episódio registrado no livro de Atos tem sido evocado por pastores e ministros de algumas denominações evangélicas como justificativa bíblica para a distribuição aos fiéis de lenços ungidos, rosas ungidas, toalhinhas ungidas e outros, os quais supostamente teriam o poder de curar doenças e/ou de expulsar espíritos malignos. Mas será que este ensino está realmente correto?

Inicialmente, é importante identificar os lenços e aventais citados em At 19.12. Em grego, os termos traduzidos como lenços e aventais são, respectivamente, σουδαρια (soudaria, uma toalha para enxugar o suor da face ou lenço) e σιμικινθια (simikinthion, um semicinctium, meia-cintura ou avental, com o qual se cobria toda a barriga e utilizava-se para preservar as roupas daqueles que estavam envolvidos em algum tipo de trabalho). Estes eram levados até os enfermos, logo conclui-se que os enfermos estavam impossibilitados de ir até onde Paulo estava.

Em seu comentário, Barnes argumenta que o propósito deste milagre estava ligado à propagação do Evangelho. Tal milagre foi um mero sinal, ou uma evidência para as pessoas envolvidas, de que isto foi feito pela instrumentalidade de Paulo, de que este maravilhoso poder lhe fora concedido, assim como o fato de que o Salvador colocou seus dedos nos ouvidos de um homem surdo, e cuspiu e tocou sua língua (Mc 7.33). (Barnes´New Testament Notes) A razão de tal milagre pode residir na difícil tarefa de Paulo na pregação e ensino do Evangelho em Éfeso: Depois de 3 meses de ensino, argumentando e respondendo objeções, com razões embasadas nas Escrituras, ainda existiam aqueles que se endureceram e não obedeceram, falando mal do Caminho perante a multidão (At 19.8).

Neste momento, cabe a seguinte pergunta: porque não há o registro de nenhum milagre feito por Paulo desde a expulsão de um espírito maligno de uma moça em Filipos? Porque não foram feitos milagres em Tessalônica, Beréia e Atenas? Ou se foram feitos, porque não há o registro? É possível argumentar que o sucesso do evangelho, sem milagres no reino natural, foi em si mesmo um milagre no reino da graça, não necessitando de outro.

O comentarista Matthew Henry concorda com Barnes. Segundo ele, Deus confirmou o ensino de Paulo pelos milagres. Estes foram milagre especiais, ou seja, não eram milagres usuais. Deus enxertou poderes que não eram conforme o curso da natureza: virtudes não vulgares. As coisas que foram feitas não poderiam de forma alguma serem atribuídas ao acaso ou causas secundárias. Com isso, os preconceituosos opositores do evangelho não teriam outra opção a não ser atribuir a Deus os milagres realizados: não foi Paulo que fazia tais coisas (quem é Paulo, e quem é Apolo?), mas foi Deus que operou pela mão de Paulo. Ele era apenas o instrumento, Deus foi o agente principal, confirmando assim a natureza tanto do milagre quanto da mensagem pregada.

De fato, se a fé daquelas pessoas fosse distorcida, sendo posta sobre os lenços e aventais ao invés de Deus, isto se constituiria em idolatria e deste modo nenhum milagre teria sido realizado. O Deus que tão veementemente combateu a idolatria no Velho Testamento não a ratificaria no Novo Testamento, afinal "Ele, o SENHOR, não muda" (Nm 23.19; I Sm 15.29; Ml 3.6; Tg 1.17) e nem Paulo autorizaria o uso de tais utensílios.

Sobre isso, Alexander MacLaren (1826-1910) comenta: "Não parece que o próprio Paulo enviou os lenços e aventais, os quais transmitiam virtude de cura, mas que ele simplesmente permitiu o uso. Os conversos tinham fé para acreditar que tais milagres seriam feitos, e Deus honrou a fé deles. Note cuidadosamente que a narrativa coloca a parte de Paulo em seu devido lugar. Deus "fez"; Paulo foi somente o canal. Se as impulsivas pessoas, que levavam as roupas, tivessem supersticiosamente imaginado que havia virtude em Paulo, e não olhassem através dele para Deus, isto implicaria que os milagres não teriam sido feitos." (Expositions of Holy Scripture: The Acts)

Por outro lado, os objetivos de Deus na realização de tais milagres haviam sido alcançados. Foi estabelecida a inequívoca distinção entre Paulo e os mágicos e exorcistas judeus (At 19.13-17). Os empecilhos iniciais na pregação do Evangelho em Éfeso haviam sido superados, "muitos dos que tinham crido vinham, confessando e publicando os seus feitos" (At 19.18). Também muitos dos que seguiam artes mágicas trouxeram os seus livros, e os queimaram na presença de todos (At 19.19). Assim a palavra do Senhor crescia poderosamente e prevalecia (At 20.20).

Conclusão:

Diante do exposto, torna-se evidente o erro crasso de algumas denominações evangélicas em distribuir, de graça ou por preço, objetos ungidos aos seus fiéis. Paulo jamais ungiu suas vestes com óleo ou qualquer outra coisa, tampouco mandou que fossem levados aos doentes e possessos de espíritos imundos, ou mesmo solicitou partes de vestuário destes para que fossem por ele ungidas. O fato de aquiescer com a prática de maneira alguma fornece a base doutrinária para que o ato se perpetue na Igreja Cristã. De fato, não há sequer um versículo em toda a Bíblia onde conste a mínima recomendação apostólica sobre esta prática à Igreja. O texto de Atos 19:12 trata-se tão somente do registro das acontecimentos relacionados à pregação da Palavra de Deus em Éfeso.

A despeito do que ensinam erroneamente alguns, não houve nenhuma "transferência de unção" do apóstolo Paulo para seus utensílios de trabalho, tampouco há evidência de que estes tivessem algum poder sobrenatural. DEUS e não o lenço/avental realizavam o milagre! No mundo real, existe transferência de massa, de calor e de quantidade de movimento, realizadas devido a existência de um gradiente da grandeza entre dois meios; mas não há registros de transferências de unção. Além disso, pessoas são ungidas por Deus para alguma atividade específica (e isso deu-se tanto no Antigo quanto no Novo Testamento), coisas foram ungidas com óleo no Velho Testamento indicando separação, para serem utilizadas única e exclusivamente dentro dos propósitos de Deus para elas (como, por exemplo, o tabernáculo; Êx 30.26; 40.9-11).

É preciso entender que estes milagres foram especiais, realizados num tempo especial. Havia a peremptória necessidade de estabelecer de forma clara as marcas apostólicas de Paulo em Éfeso, sem a qual possivelmente a Igreja não teria sido fundada naquela cidade. Havia uma grande oposição espiritual, pela imitação, e intelectual que impedia a aceitação do Evangelho. A argumentação retórica na Palavra de Deus havia encontrado forte resistência intelectual; assim era preciso que a natureza divina do Evangelho fosse confirmada sobrenaturalmente aos incrédulos. Ademais, é muito importante perceber que tal milagre, dito extraordinário, não era realizado pela vontade e poder do apóstolo, mas sim pela vontade, poder e soberania do Senhor.

Os defensores dos lenços ungidos fequentemente usam o argumento de que o poder de Deus não mudou para corroborar suas práticas. De fato, como citado, Deus não mudou; porém, a revelação bíblica sobre Deus nos mostra que Ele tem Vontade própria, não sendo mecanicamente repetitivo, mas agindo de forma diferente em diferentes situações. Estes mesmos ministros precisam explicar porque Deus não abriu o mar ou fez andar sobre ele, em várias ocasiões modernas, onde teriam sido salvas inúmeras pessoas de afogamento (inclusive crentes); porém façam-no sem apelar para a "vulgar solução" da "falta de fé".

Tomar o episódio registrado em Atos 19:12 como doutrina para a Igreja é negar todos os princípios da hermenêutica bíblica. O uso de objetos ungidos favorece a criação e perpetuação da idolatria e feitiçaria na vida dos crentes bem como a terrível prática da simonia. Assim, é evidente que o Espírito Santo, que não divide sua glória com ninguém (Is 42.8), jamais permitirá, em hipótese alguma, que a sua glória seja dada aos ídolos, tenham eles qualquer forma ou aparência, ratificando tal prática idólatra por meio da realização da cura e assim desviando as pessoas de Cristo.

A idéia de que estes utensílios serviriam como "ponto de contato" para aquelas pessoas mais fracas, para para despertar-lhes a fé. Contudo, biblicamente falando, segundo o Autor aos Hebreus, "a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que não se vêem" (Hb 11.1,2). A fé é gerada nos crentes a partir da Palavra de Deus: "a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus" (Rm 10.17). A questão não é se Jesus ou os apóstolos usou algum objeto em suas ministrações, mas no que isto pode implicar. Em seu site, o Pr. Ricardo Gondim comenta que "os evangélicos retrocederam aos tempos do catolicismo medieval. Observa-se com facilidade, na maior parte das igrejas, o incentivo de que se usem amuletos como ponto de contato para a fé. O paganismo e a feitiçaria se disfarçaram de piedade e a maioria dos crentes só se preocupa em aprender a controlar o mundo sobrenatural para serem prósperos ou para resolverem seus problemas existenciais."

Pense nisso. Deus está te dando visão de águia!

VOCÊ PODE ATÉ VIVER SEM JESUS, SE ASSIM O DESEJAR, MAS MORRER SEM ELE SERÁ TERRÍVEL!!!
A PAZ DO SENHOR A TODOS(AS)!!!


- Postado por: edisuely às 14h30
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PRESENTES RECEBIDOS NA SEMANA





















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Recanto das fadas





























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